Troféu do GB de Prata é encontrado por manicure
Muita gente ficou abismada em Dezembro de 2006 com o sumiço de um dos principais marcos da cultura nacional: o GB de Prata. O troféu, uma criação de Lucci Di Giácono, é uma obra de arte inspirada no Pão de Açúcar, cartão postal do Rio de Janeiro.
A última aparição do troféu foi na XXI Premiação do GB de Prata, organizado pela Companhia Foda-se o Rio, no antigo estádio de Wembley, em Londres.
Após a premiação ocorrida naquela noite fria de Dezembro, o prêmio foi dado como desaparecido, gerando indignação generalizada na comunidade artística brasileira. Segundo uma faxineira que trabalhou na limpeza do evento, ninguém viu nenhuma atividade suspeita. Na ocasião ela disse à nossa equipe: "Ih, fudeu o GB desapareceu".
Porém, isso tudo sofreu uma imensa reviravolta nesta quarta-feira. Duas manicures, que trabalham no Salão Xaolim, em Barequeçaba, encontraram o troféu - até então dado como desaparecido - dentro de um saco de algodão doce, boiando no mar.
Ao saberem do que se tratava, ficaram emocionadas e surpresas. "Foi emocionante", disse Lourdes McCoin. "É lindo saber que podemos sempre ter surpresas na vida", afirmou Dona Elisabeth Souto, a dona do salão. "Pensei que fosse uma água viva", completou.
Em Brasília, o Gabinete do Ministro da Cultura ficou aliviado com a notícia. "Como o troféu tem apenas 9 anos de existência, isso contabilizava como mais um caso de 'menor desaparecido'. Ficamos aliviados ao contribuir para diminuir esta estatística", relatou o chefe do Gabinete, o Sr. Foca Abrão.
O troféu GB de Prata é feito de Tungstênio, está avaliado em R$ 46 milhões e não bóia em águas salgadas.
Muita gente ficou abismada em Dezembro de 2006 com o sumiço de um dos principais marcos da cultura nacional: o GB de Prata. O troféu, uma criação de Lucci Di Giácono, é uma obra de arte inspirada no Pão de Açúcar, cartão postal do Rio de Janeiro.A última aparição do troféu foi na XXI Premiação do GB de Prata, organizado pela Companhia Foda-se o Rio, no antigo estádio de Wembley, em Londres.
Após a premiação ocorrida naquela noite fria de Dezembro, o prêmio foi dado como desaparecido, gerando indignação generalizada na comunidade artística brasileira. Segundo uma faxineira que trabalhou na limpeza do evento, ninguém viu nenhuma atividade suspeita. Na ocasião ela disse à nossa equipe: "Ih, fudeu o GB desapareceu".
Porém, isso tudo sofreu uma imensa reviravolta nesta quarta-feira. Duas manicures, que trabalham no Salão Xaolim, em Barequeçaba, encontraram o troféu - até então dado como desaparecido - dentro de um saco de algodão doce, boiando no mar.
Ao saberem do que se tratava, ficaram emocionadas e surpresas. "Foi emocionante", disse Lourdes McCoin. "É lindo saber que podemos sempre ter surpresas na vida", afirmou Dona Elisabeth Souto, a dona do salão. "Pensei que fosse uma água viva", completou.
Em Brasília, o Gabinete do Ministro da Cultura ficou aliviado com a notícia. "Como o troféu tem apenas 9 anos de existência, isso contabilizava como mais um caso de 'menor desaparecido'. Ficamos aliviados ao contribuir para diminuir esta estatística", relatou o chefe do Gabinete, o Sr. Foca Abrão.
O troféu GB de Prata é feito de Tungstênio, está avaliado em R$ 46 milhões e não bóia em águas salgadas.
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